
Criada no dia 20 de Julho de 2015, fruto de assinatura formal dos seus estatutos no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Real, a Confraria do Covilhete – CC tem por objecto a defesa, a valorização, a promoção e a divulgação do covilhete e dos produtos culturais e gastronómicos que lhe estão associados: o barro de Bisalhães, a Feira de Santo António, o arroz de forno, o vinho e de um modo geral a gastronomia local e da região onde se insere.
Fique a conhecer-nos um pouco melhor!
Apresentação da Confraria
Assinatura dos estatutos
Díbia
Docinho
Pastelaria Gomes
Casa Lapão
Nova Pompeia
Sociedade de Panificação do Marão
O Pãozinho do Céu
Doce Fresco
Padaria Serrana
Tradição
A Confraria do Covilhete - CC congratula-se com a inscrição do Processo de Confecção da Louça Preta de Bisalhães na Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO, promovida pelo Município de Vila Real junto do Estado Português.
Trata-se de uma notícia que nos enche de orgulho, porquanto se trata de um ícone da nossa região, por nós bastante enaltecido, não só pela valorização, por exemplo, do magnífico arroz de forno que se faz em alguidares de louça de Bisalhães, na nossa região, como também dos próprios covilhetes, forma tradicionalmente em barro de Bisalhães que acabou por dar nome ao produto por nós defendido.
Parabéns Bisalhães, parabéns Vila Real!
Decorreu no dia 19 de Novembro de 2016 mais um Capítulo Geral da Confraria do Covilhete - CC.
Após a sessão protocolar, que decorreu na sede do Parque de Campismo de Vila Real (a quem agradecemos), seguiu-se lauto repasto no restaurante Bacalhau & Companhia, numa noite animada e com lotação completa.
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A Confraria do Covilhete participou com muita honra e alegria no Cortejo Etnográfico que animou a Cidade de Vila Real na tarde de 5 de Outubro de 2016.
Dedicado principalmente ao tema do vinho, o Cortejo integrou imensas colectividades e Associações Culturais do Concelho, juntando milhares de pessoas ao longo do percurso realizado (da Av. Aureliano Barrigas à Av. Carvalho Araújo). Foi uma excelente actividade, incluída no programa oficial de Vila Real Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016.
No final, as cerca de duas dezenas de Confrades participantes juntaram-se numa prova na Casa Lapão, encerrando com chave de ouro a participação neste evento, que se espera tenha continuidade no próximo ano.
No seu Website pessoal Virgílio Nogueiro Gomes assina uma crónica sobre os Covilhetes de Vila Real, datada de 5 de julho de 2016.
Vale a pena ler integralmente: http://www.virgiliogomes.com/index.php/cronicas/769-covilhetes-de-vila-real.
Obrigado, caríssimo, pela divulgação deste tão importante elemento patrimonial português.
Mais um fantástico dia para a curta mas preenchida história da nossa Confraria.
A Torre de Quintela foi o cenário ideal para a nossa segunda entronização, juntando-se 18 distintos confrades fundadores aos 16 anteriormente entronizados. O Embaixador Francisco Seixas da Costa, o Dr. Emídio Gomes e a D. Filomena Alves (esta a título póstumo) receberam o título de Confrades de Honra. Este capítulo foi abrilhantado pela Tuna de Bisalhães, em três momentos distintos. Os presentes puderam ainda degustar Covilhetes das várias panificadoras pertencentes à Confraria, não sem antes ser apresentada a 2ª edição (Município de Vila Real/Grémio Literário Vila-Realense) de uma colectânea de textos sobre os Covilhetes , pelo confrade Elísio Amaral Neves.
O óptimo almoço, na Quinta do Paço, incluiu o sorteio do local onde se colocou o 1º autocolante identificador de estabelecimento aderente à Confraria, cabendo a honra à Nova Pompeia, onde se encerraram as actividades do dia.
A Confraria agradece o indispensável apoio dado pelas Juntas de Freguesia de Mondrões e de Vila Marim, nomeadamente às suas distintas Presidentes.